Pequenas vitórias

Não derramei uma lagriminha sequer nessa tpm. 
Em compensação, comi uma barra inteira de chocolate ao leite com flocos sozinha. 

Não dá pra ganhar todas as batalhas nesta vida. 

My people skills are rusty

EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. EU ODEIO FALAR EM PÚBLICO. 


Ufa. Me sinto melhor. 

Eu odeio Jean Piaget

Poderia ser o nome da minha autobiografia, mas é apenas o nome de uma antiga comunidade do orkut. 

— Mia, o que tu tá fazendo que não posta mais no blog? 
— Eu tô no final de semestre em 2 cursos, ou seja: muito ferrada. 

Eu não leio mais blogs. Não escrevo mais. Não consigo mais ver as minhas séries sem sentir um peso na consciência e ouvir a voz do além de Piaget me dizendo "percebe-se que essa moça ainda apresenta problemas com seu estágio operatório formal". 

Se você não sabe quem é Piaget, você é uma pessoa feliz. 

Se você sabe, então apenas lhe digo que: miga, dá cá a mãozinha porque eu sei muito bem o que é ser atormentada durante o sono por pesadelos envolvendo - mas não se limitando a - esse sorriso maroto do senhorzinho suíço e seu cachimbo. 

~apavorando as mocinhas da pedagogia~ 

Piaget é o carinha que começou uma coisa chamada Epistemologia Genética e que, não contente com sua vida de biologuinho, decidiu estudar as fases de crescimento das crianças e como se dá a aprendizagem. O problema é que ele fez esse estudo com uma amostra de crianças muito pequena e todas do meio rico da sociedade, isso lá pela época do início do século XX, ou seja: a forma com que uma criança rica e cercada de cuidados cresce não é a mesma que uma criança pobre e sem as regalias de uma rica se desenvolve. Aí que os parâmetros estavam bem loucos, mas estudamos isso até hoje porque na Pedagogia Piaget é tido como ídolo-mor, o grande vovô sábio que nos ensina a lidar com os estágios do desenvolvimento dos seres humanos.  

E, nas horas vagas, me faz ter pesadelos nada saudáveis - que misturam Freud também. 

Aí que tenho de entregar mais um trabalhinho sobre ele, Vygotsky e Skinner até semana que vem. Skinner é o carinha do estímulo-resposta que lidava com tudo na base do condicionamento, ou seja: aluninho fez algo legal, ganha estrelinha; aluninho puxou o cabelo da colega, vai pra o canto da sala pra usar as orelhas de burro. Vygotsky era esse lindo do nome mais difícil de todos - ah, esses russos! ♥ - que tinha uma teoria parecida com a do Piaget, porém muito melhor, porque se tratava do MEIO, do ambiente em que a cria cresce, e não apenas de coisas que estão em seu cérebro. Vygotsky = ♥ 

~seduzindo as pedagogas com frases de efeito~ 

Vygotsky não era apenas possuidor de um lindo nome que ninguém consegue escrever e de um sotaque russo maravilhoso, como também era um advogado que estudou Literatura e História e teve toda uma formação em psicanálise porque sim, porque ele podia. Mas o senhor Stálin não gostou nada disso porque teorias de Freud, essas coisas ousadas e, portanto, o carinha morreu bem novo, mas não antes de dizer uma frase que ecoou pelos séculos ~uuuuuh~ e chegou até a PUCRS nos dias atuais: nós nos tornamos nós mesmos através dos outros

MELHOR DESCULPINHA PARA SER BABACA, HEIN. 

— Poxa, mas por que tu fez isso? 
— Fui criado assim, cara. 
— Mas o que isso tem a ver? 
— Nada posso fazer,  tá na minha formação behaviorista. 
— Mas ser criado por babacas não é desculpa pra ser babaca. 
— Como o grande Vygotsky disse: nós nos tornamos nós mesmos através dos outros. Portanto, a culpa não é minha. 

Vygotsky = ♥ 

Mas nem só de teorias de aprendizagem vive meu semestre. Ontem tive uma prova dozinfernos pra qual estudei como se não houvesse amanhã porque a querida professorinha de Linguística passou o semestre inteiro falando sobre casamentos, vestidos de casamentos, como segurar um homem, como agradar a sogra e signos ao invés de explicar a matéria, que foi toda depositada no moodle e que todo mundo se virasse. 

A única coisa que pressinto que virará será a canoa, mas prossigo. 

A querida professora também fez um belíssimo discurso falando acerca de como surdos são pessoas preguiçosas por usarem língua de sinais ao invés de serem oralizados e falarem normalmente e apenas lerem lábios. E É POR ESSAS COISAS QUE EU NÃO CONSIGO GOSTAR DESSA PROFESSORA. Linguística é uma matéria cheia de potencial, mas não há como apreciar a aula com uma criatura falando coisas desse tipo. 

Só sei que quando ela disse isso recolhi minhas tralhas e saí batendo a porta, porque não discutirei com uma senhorinha de quase 70 anos, mas me recuso a ouvir que surdos são pessoas preguiçosas e que, abre aspas, se eu tivesse um filho surdo jamais usaria libras com ele, mas faria com que ele lesse lábios e fosse oralizado, porque eles sabem falar perfeitamente, só são preguiçosos, fecha aspas. 

~nem Lestat aguenta mais este semestre~

Portanto, sei lá eu como fui na prova. Só sei que amiga me deu chocolate e tenho respirado chocolate pra me acalmar - e é por isso que tô gorda, mas enfim. 

Também teve, nessa semana, coleguinha revoltada e louca das ideias dizendo que quem lê muito, quem tá sempre com um livro na bolsa, é alienado. Coleguinha olhou pra mim no momento em que disse aquilo e meu sangue está fervendo até agora, mas não tenho tempo pra escrever realmente sobre - escreverei quando acabar o semestre, claro - e apenas a olhei e disse um QQQQQQ porque não está sendo possível. Me deixa ler meus livrinhos em paz, filhote. O conceito de alienação não tem nada a ver com isso. MAS SORRIO E ACENO, porque chega de polêmicas. 

Em algum momento de 2011 prometi a mim mesma que a Mia do futuro seria uma pessoa que sorriria pras ofensas, agulhadas e indiretas mais diretas impossível ao invés de sair dando tapas na cara da pessoa e gritando QUALÉQUIÉ, VADIA pra quem olhasse torto. Devo dizer que tenho cumprido essa promessa firmemente e, ó, sou uma lady agora. A pessoa me fala uma coisa dessas e eu apenas olho e sorrio, mas por dentro arranco sua cabeça com um machado. 

Claro que a vida era muito mais divertida antes, mas em tempos em que tudo vira um processo é melhor fazer a britânica, segurar minha xícara de praticar o sarcasmo. :) Humor sutil mode on.

Mas que sinto Murphy aloprando comigo e gritando um NÃO TÁ SENDO CONTIDA, QUERIDA? ENTÃO LIDE COM ISSO, sinto.


Enquanto isso recebi lindos e-mails de leitoras preocupadas comigo e só tenho a dizer que: 'cês são umas lindas, mas me sentiria culpada se as respondesse agora porque TRABALHOS, PROVAS, FINAL DE SEMESTRE. Recebo lindos comentários aqui e não posso respondê-los porque PRECISO TIRAR NO MÍNIMO UM 8 EM TODAS AS DISCIPLINAS e isso tá me deixando bem louca, se querem saber.

Mas ao menos tá dando pra fazer algumas leiturinhas durante os intervalos de um polígrafo e um pedido pra morrer pra não ter de matar as coleguinhas, e num desses intervalos descobri a maravilhosidade de dona Anne Rice e estou numa linda relação de amor com as bruxas Mayfair. ♥

Fora isso, tive de desmontar o roupeiro porque houve um lindo problema de mofo surgido do além que estragou metade das minhas roupas, portanto meu quarto tá em processo de arrumação há uma semana e sem previsão de melhoras.

Ou seja: tá pouco de obstáculos, manda mais.

Agora licença que tenho de terminar mais um trabalhinho pra sexta. :) 

Milord! Milady!

Orlando
Virginia Woolf
Editora Penguin Companhia
344 páginas
Ano de publicação: 1928 

Sobre o que é: um cara chamado Orlando é um dos queridinhos da Côrte inglesa na era elisabetana - Elizabeth I, a rainha virgem - que, um dia, após uma decepção amorosa terrível por conta de uma princesa russa, se vai pra Turquia ser embaixador da Inglaterra. Lá acaba dormindo por uma semana inteira enquanto o país está sendo invadido, a revolução acontece e todo mundo no palácio morre; só não o matam porque acham que ele já está morto tamanha é a densidade de seu sono. Então a mágica acontece e, BAM, ele acorda mulher. MAS TÁ TUDO BEM, não há por que se alarmar. Então o senhor/senhora Orlando vai caminhar na floresta enquanto o lobo não vem e se junta a alguns ciganos, até que decide voltar à Inglaterra e viver sua vidinha de senhorinha nada convencional. Nisso se passam alguns séculos, porque Orlando vive quase 4 séculos tendo eternamente 30 anos. 

Por que ele é bom? Vocês leram sobre o que ele fala? Carinha da Côrte inglesa elisabetana vive, até os 30 anos, como homem. A partir de então, passa a ser mulher, simplesmente porque sim, porque acordou com uma vagina. CÊS AINDA TÊM ALGUMA PERGUNTA DO PORQUÊ SER BOM? Eu não. Mas continuo. 

O fato é que esse foi meu primeiro contato real com Virginia Woolf, essa escritora maravilhosa com quem partilho aniversário - orgulho ♥ bobo. Já havia tentado ler Mrs. Dalloway, porém não havia conseguido porque me perdi naquele fluxo de consciência. Até que um dia a dona Fran propôs o desafio da leitura coletiva de Orlando. Não fazia ideia do que se tratava o livro, mas queria ler a autora há muito tempo e topei. MELHOR DECISÃO DA VIDA. 

Fora o fato de que o livro trata sobre questões extremamente atuais, como o conceito de gênero, o machismo presente na sociedade e também algo muito particular àqueles aspirantes a escritores: a paixão pela literatura e, consequentemente, pela escrita. Mas realmente creio que o mais interessante é ver como a dona Virginia transparece suas reflexões através da narrativa - afinal, a história é contada como se fosse através da visão de um biógrafo onisciente. 

♫ Ser um homem feminino 
não fere o meu lado masculino
se Deus é menina e menino 
sou masculino e feminino ♪ 

Por que ele é ruim? Não é. Simplesmente entrou pra minha lista de favoritos da vida - aliás, 2015 tá sendo um ano cheio de livros favoritos, que coisa maravilhosa. Se eu tivesse de escolher algum ponto pra dizer que "ah, mas isso não foi lá essas coisas" seria apenas que: demorei um pouquinho pra engrenar na leitura porque estava ESPERANDO algo acontecer, esperando um ponto central da trama. E não é bem assim. 

Mesmo após Orlando acordar transformado em mulher, isso ocorre de forma tão natural que não chega a ser um acontecimento drástico. Sim, ele agora é ela. Mas é a mesma pessoa. A atração por mulheres é a mesma. O gosto por coisas tidas como sucintamente masculinas também. Demorei um tempo pra entender que a história não é sobre o processo, mas sim sobre como se dá o processo. Aquele velho ditado de que a jornada é mais interessante do que o destino. 

Espreguiçou-se. Levantou-se. Ficou de pé completamente despido diante de nós, e enquanto as trombetas soavam Verdade! Verdade! Verdade! não temos escolha senão confessar — ele era uma mulher. (p. 99) 

Ou seja: o livro é genial. Eu é que não estava acostumada a ler algo de Virginia Woolf. 

Se eu recomendo a leitura? SIM ♥ Não tem como não recomendar um livro desses. Porém, se você começar a leitura e quiser parar porque "não está acontecendo nada", apenas insista mais um pouquinho e se dê conta de que muitas coisas acontecem no nada. É uma biografia da vida de um cerumano de quase 4 séculos: coisas acontecem. Mas isso não é importante. O importante é como se lida com os acontecidos. 

Em um quote: 
“Estou crescendo”, pensou, pegando a sua vela. “Estou perdendo minhas ilusões, talvez para adquirir outras novas”. (p. 124) 

Aurora feelings

Estava lá eu toda trabalhada na realização pessoal, no vestido de bolinhas e nas cantigas de roda - sou dessas, desculpa - quando de repente, não mais que de repente, alguém me oferece um panettone. 

— Come, é bom. 
— É de fruta? 
— É meio a meio: fruta e chocolate. 

Comi, né? Ataquei a parte das frutas cristalizadas, mesmo adorando chocolate. Não sei o porquê fiz isso, mas, como diria Chicó, só sei que foi assim. 

E foi assim que caí num sono profundo por 10h consecutivas. 

Houve reza, houve balde de água fria, houve cócegas, houve um pajé, houve colocarem músicas bizarras a todo o volume pra tocar bem no meu ouvido e... nada. Continuei dormido, deitada em posição fetal num canto do assoalho, enrolada nas minhas duzentas mil cobertas e abraçando a mim mesma, porque sou fofinha. 

Até que todo mundo cansou e foi comer, fazer decoração e viver. 

E foi aí que acordei. 
E já acordei interrompendo a algazarra de todo mundo e perguntando: 

— O que vocês tão fazendo que ninguém foi me dizer que tem batata? 

Todo mundo na maior cara de olhar bovino me encarando... E eu, como sempre, não entendendo nada. Até que namorado me pegou no colo, pulou a cerca, me mostrou a rua deserta com as decorações e luzinhas e disse: 

— Mor, eu sabia que tu iria acordar no Natal. Vem, te guardei um pedaço de peru. 

E então eu acordei de verdade. 
Muito chateada, por sinal. 
Nem deu tempo de comer o tal peru. 

E tá tudo bem

Sexta-feira estava eu no auge da TPM ("TPM não existe, é só mimimi pra usar desculpa e não fazer as coisas" - MORRA, se você acha isso!), cheia de coisas pra fazer, com uma prova me esperando à noite e apenas um objetivo: deixar a pesquisa um pouco de lado e passar a tarde estudando Freud, Piaget, Skinner e Vygotsky. 

Tava tudo muito bem até que começou a estar tudo muito mal. Porque acontecem coisas. Sempre acontecerão coisas e eu vivo tentando me convencer disso, mas há coisas que rasgam algo dentro de mim e me deixam chorando na entrada da universidade por exatos 90 min. antes da tal prova. 

Eu sou, sim, uma pessoa chorona. E choro bonito. Não é aquele choro de bocarra aberta, nariz escorrendo e barulho de orgasmo distorcido. Não. É um choro silencioso, em que as lagriminhas correm enquanto o nariz fica todo vermelho. As pessoas me olham chorar e dizem que sou fofa. E EU APENAS QUERO MATÁ-LAS COM UM MACHADO, mas okay, me controlo, me seguro, porque a pessoa que faz cosplay de toddler na vida não tem ânimo pra brigas ou explosões de raiva. 

Por que eu estava numa choradeira sem fim? Porque, obviamente, sou muito otária. Idiota mesmo. E tava tendo crise dos 30 aos 21. "COMASSIM?" É isso mesmo. 

Um dos grandes medos da minha vida é chegar aos trinta e poucos sozinha, morando sozinha, sem filhos, sem família e com os pais mortos. Porque meus pais são a minha única família real. Tá, eu tenho irmãos, mas cadê eles? Não estão. Ou seja. Me adicionar no fb, pode. Me adicionar na vida real, não. Mas tá tudo bem. Por enquanto. E depois? Meus pais já estão velhinhos. E QUANDO MORREREM? Vou ficar sozinha no mundo? Não quero. 

Todas as pessoas que estudaram comigo durante o tempo de escola estão casadas, morando junto ou com filho. Menos meu grupinho e eu. Porque escolhemos outro caminho, é verdade. Escolhemos o caminho do estudo, construir uma carreira e todo aquele blablabla. Mas ninguém tá surtando pelo pavor - porque isso já passou do nível de medo - da solidão a não ser eu. 


MAS TÁ. No dia a dia consigo lidar com isso muito bem e não pensar nessas coisas, apenas viver um dia de cada vez. Mas na TPM, fim de semestre, com prova em poucas horas e tendo ouvido algo supimpa como eu ouvi: não, não tava rolando. 

Fui pra prova com lagriminhas correndo pelo rosto. Fiz a prova entre parar um choro e escrever mais uma linha. Porque o drama, ele é algo muito presente durante esses dias. Mas tá tudo bem, porque saí daquela prova maravilhinda pensando em como sou idiota. Porque a escolha é minha. Se me deixo atingir por coisas que me dizem, se me deixo atingir por coisas que ainda virão e estão bem longe, se me deixo atingir por coisas que não vêm ao caso agora, a culpa é toda minha por ser idiota. E se a culpa é minha, então depende de mim parar de ser essa pessoa troncha, levar uns tapões da vida e FAZER ALGO pra mudar a situação, de fato. Construir coisas. 

Pois bem, peguei o ônibus e fui pra casa. Aquele ônibus lotado, aquela coisa maravilhosa das 23h e uns quebrados. 

Eu ia continuar a reflexão, mas parei pra ver aquela coisa de LEMBRE O QUE TU FEZ HÁ UM ANO, no fb - mesma ideia do timehop, mas sem ser fofinho - e me deparei com isto: 


E, sim, eu continuo permitindo que me atinjam, que aloprem com a minha existência e que me façam chorar na entrada da universidade porque SOU MUITO OTÁRIA, MERMÃO, mesmo. E tá tudo bem. Todo mundo pode ser otário na vida em algum aspecto. 

O meu é o emocional. 

Eu só comecei a escrever este post pra falar que no sábado pela manhã decidi ver um filme pra me distrair enquanto a TPM não ia embora e que pior escolha do universo, mas aí o texto descambou pra algo completamente aleatório, e: cansei desse layout, rosa não é a minha cor. Me enviem inspirações e coisas divertidas - filmes, séries, whatever - porque a bad vibe tá acabando - JURO - e tá tudo bem. 

Um agradecimento especial às pessoas supimpas que me aturaram nesses dias horríveis de TPM + final de semestre + mimimia. 'Cês são demais. ♥ 

Um mês baseado em: final de semestre

Eu estudo, aí estudo mais um pouco e paro pra fazer mais trabalhos pra os estudos. OU SEJA: sem tempo pra ficar postando/comentando/lendo em blogs. 

Tem esse trabalhinho supimpa que consiste em entrevistar pessoas em libras. 
Outro bem legal que consiste em gravar um vídeo sobre preconceito literário. 
E também aquele em que terei de fazer uma contação de histórias com fantoches. 

MAS NÃO SE DESESPEREM! Ainda, nesta semana, terei: 
uma prova de atendimento ao público; 
outra prova de psicologia sobre fases do desenvolvimento cognitivo da criança; 
mais uma prova, dessa vez de linguística sobre aquisição da linguagem: teorias; 
apresentação da prévia do vídeo sobre preconceito literário; 
criação de um blog-interativo ensinando a construir um livro. 

E JÁ É FINAL DE TERÇA-FEIRA. SOCORRO. 

~I need somebody ♪~ 

Portanto, estamos oficialmente em novembro e não esperem nada de mim além de um lindo silêncio interrompido por posts aleatórios que estão no rascunho. 

;*