Retrospectiva literária 2015

Mais um ano se passou e, assim como no ano passado, estou participando da retrospectiva literária do blog Pensamento Tangencial. Adoro essa retrospectiva porque leio muito, PRA CARAMBA MESMO, então isso faz com que muitas vezes eu me perca em meio a tantas leituras. 

Mas vamos lá! o/ 



A aventura que me tirou o fôlego - A biblioteca mágica de Bibbi Bokken (Jostein Gaarder)
O terror que me deixou sem dormir - O iluminado (Stephen King)
O suspense mais eletrizante - Os homens que não amavam as mulheres (Stieg Larsson)
O romance que me fez suspirar - Não leio romances :p
A fantasia que me encantou - Não li fantasias este ano. :( 
A saga que me conquistou - Os homens que não amavam as mulheres (Stieg Larsson)
O clássico que me marcou - O sol é para todos (Harper Lee)
O livro que me fez refletir - Admirável mundo novo (Aldous Huxley)
O livro que me fez rir - O casamento suspeitoso (Ariano Suassuna)
O livro que me fez chorar - Ponte para Terabítia (Katherine Paterson)
O livro que me decepcionou - Entrevista com o vampiro (Anne Rice)
O livro que me surpreendeu - Um estranho no ninho (Ken Kesey)
O livro que devorei - Comer, rezar, amar (Elizabeth GIlbert)
O livro que abandonei - Inês da minha alma (Isabel Allende)
A capa que amei - Orlando (Virginia Woolf)
O thriller psicológico que me arrepiou - O alienista (Machado de Assis)
A frase que não saiu da minha cabeça - "Este lugar desumano cria monstros humanos."
A personagem do ano - Stella Mayfair, de A hora das bruxas (Anne Rice)
O casal perfeito - EU NÃO GOSTO DE ROMAAAAAAAAAAAAAANCES 
O autor revelação - Elizabeth Gilbert. Pensei que fosse uma dessas autoras romance mimimi, mas na verdade foi uma grande revelação saber que ela é muito boa. 
O autor que mais esteve presente entre as minhas leituras - Stephen King, I guess. 2015 foi o ano em que li o titio King. 
O gênero literário que mais li - Clássicos. 
O gênero literário que preciso ler mais - Fantasia. 
O melhor livro nacional - O alienista. 
O melhor livro que li em 2015 - Cem anos de solidão, do Gabriel García Márquez. 
Li em 2015... 103 livros, mas apenas 90 "inéditos". 
A minha meta literária para 2016 é - ler os livros que estão parados na estante.

~e este post foi feito no celular com internet ruim, ou seja: vibe errada, mas o que vale é ter a listinha feita~

O ano da graça de 2015

Passou e nem senti.

Mas estamos a uma semana do Natal, John Lennon canta loucamente em minha mente seu and so it's Christmas, and what have you done?, para o qual só posso responder que: OLHA, JOHNNY, ME FERREI MUITO, MAS FOI DIVERTIDO. Foi um ano bom. 

"COMASSIM FOI UM ANO BOM, SUA LOUCA?" 

Foi bom, sim, ué. Claro que financeiramente foi uma droga, engordei 10 quilos e isso certamente ferrou com meu guarda-roupa, mas em termos de estudo, trabalho e relações interpessoais o ano foi ótimo. 2015 me deu vários tapas na cara, mas me recuperei de todos e posso até dizer que cresci um pouco. ~lagriminhas emocionadas~

Dito isso, bora fazer retrospectiva do GSB! ♥ 


1. Série - The Big Bang Theory 

Gostaria muito de colocar Doctor Who nesta categoria, mas estaria mentindo se dissesse que ela foi a melhor série do ano, e isso por motivos de: Moffat aloprando loucamente no roteiro. Porém, 2015 foi o ano em que descobri TBBT e, claro, não posso dizer que a série substituiu HIMYM na minha vida - nada substituirá -, mas digamos que ela tem feito um bom trabalho. 

Um bando de nerds fazendo nerdices com diálogos cheios de referências pop - e algumas até mesmo bem obscuras: não tem como eu não amar. ♥ 


2. Livro - Cem anos de solidão 

Eu poderia colocar alguns outros livros aqui. 2015 foi um ano repleto de boas leituras. Mas sem dúvida alguma a melhor delas foi Cem anos de solidão, do Gabo - que, por sinal, tem resenha aqui. Devorei o livro em três dias e só demorei tudo isso porque tava cheia de trabalhos e em final de semestre. 

O livro, além de ter uma história incrível que conta os cem anos da família Buendía e ser recheado de realismo fantástico, tem simplesmente o melhor final de todos os livros que já li até hoje. O MELHOR. Quando li aquele final - especificamente o último parágrafo - simplesmente tive de relê-lo mais algumas vezes. Melhor livrinho. ♥ 

3. Filme - The Rocky Horror Picture Show 

MELHOR.FILMINHO.EVER. Se você não viu este filme ainda, corra agora e trate de vê-lo simplesmente porque é sensacional. 40 anos de existência e continua sendo maravilhoso. 

Travesti do espaço que veio pra terra pra ser uma espécie de Dr. Frankenstein e construir pra si um loiro alto, bronzeado e musculoso pra satisfazer seus desejos quando, do mais absoluto nada, aparece um casalzinho tipicamente americano e a coisa desanda. Tudo com muitas músicas incríveis, atuações maravilhosas e o melhor senso de humor numa vibe aquário-escorpião que existe. 


4. Banda - The Beatles 

Eu sempre gostei de Beatles, mas este ano eu realmente extrapolei. Ouvi todos os álbuns em looping, cantarolei alto, cantarolei baixinho, tomei o álbum Revolver como um dos melhores da vida e trilha sonora da minha sitcom pessoal. 

E, sim, Queen continua sendo a minha banda preferida, mas deixa eu dizer que Beatles vem logo em seguida e embalou meu 2015. 

~os reis do iê-iê-iê~

5. CD - Extraordinary Machine

2015 também foi o ano em que descobri a dona Fiona Apple. Me apaixonei pelo álbum por conta da capa. Estava numa noite vibe errada - que poderia, sinceramente, ser qualquer noite da minha vida - e, tentando encontrar uma trilha sonora pra terminar um trabalho de História da Educação, achei esse álbum maravilhoso que tem um tom deprê e cômico em suas músicas. Não o ouvi muito durante o ano, mas o escutei mais de 5 vezes naquela noite. Portanto, configura como o cd - álbum - do ano. 

If there was a better way to go then it would find me
I can't help it the road just rolls out behind me
Be kind to me or treat me mean
I make the most of it I'm an extraordinary machine


6. Música - On the radio 
Regininha Spektor, musa do meu coração. ♥ Ouço essa música diariamente porque não há possibilidade de ter um dia ruim ouvindo essa belezura. 
7. Blog - Milarga 
Eu realmente poderia colocar mais de quinze blogs aqui porque, caramba, tenho muitos blogs favoritados no coração e no blogroll. Conheci blogs maravilhosos este ano, de meninas incríveis, fizemos um grupo de suporte bloguístico ♥ e estamos aí, cada vez divando mais. Porém, tem um blog com o qual muito me identifico e que chega a dar um medinho porque é como se fosse aquela coisa de fantasma do Natal futuro, e esse é o blog da Vanessa. Prevejo que serei ela daqui a alguns anos. Aguardem. 
8. Texto em blog - Oblíqua e dissimulada 
Salvei alguns textos de blogs dazamigas durante o ano - que ano maravilhoso e que BEDA incrível que só proporcionou textos-amor! Mas lembrei de um texto da Vanessa - de novo, hahahaha - que realmente definiu tudo o que penso sobre essa polêmica de "a Capitu traiu ou não traiu o Bentinho?". Indiquei esse texto pra tantas pessoas que colocar outro no lugar dele seria quase que uma mentira já que realmente dona Vanessa tocou num ponto muito importante pra mim - Capitu. 
9. Vídeo - Preconceito literário 
Serei cara dura e colocarei o meu vídeo aqui porque sim. Não sou leonina, mas deveria sê-lo, porque tenho o ego de uma. ;* 

10. Jogo - HAHAHAHAHANO 
Nem Candy Crush eu consegui parar pra jogar neste atribulado ano em que me virei em dois cursos + estágio. Que o fará algum jogo "de verdade". 
11. Personagem mais gamante - Ichabod Crane 
Sotaque britânico. Morreu há séculos, mas retornou. Tem memória eidética e os olhos verdes mais incríveis das séries - sorry, Winchester brothers. O melhor cabelo. A postura. E ainda por cima entende de história, mitos, lendas e como se vestir. ICHABOD CRANE, MELHOR PESSOA DAS SÉRIES. Assistiria Sleepy Hollow mesmo que fosse ruim só por conta dessa pessoinha incrível. ♥ 
~L'Oréal, porque você vale muito~ 

E este post levou mais de uma semana pra ser escrito por motivos de: Spotify. Coloco uma playlist pra escrever e entro num mundo onde Shania Twain governa com seu Man! I feel like a woman. 

1. Série - Jessica Jones 

'Cês querem quebrar a minha cara agora, eu sei. Mas realmente não gostei da série. Sim, eu entendi a série. Sim, eu entendi a história. Sim, eu entendi a heroína e a superação. Mas não, eu não gostei. Poderia ter sido muito melhor feita, realmente. Porém: David Tennant = ♥ 
2. Livro - Entrevista com o vampiro 
Eu sei que a maioria das pessoas realmente seria capaz de me dar uns tapas na cara por conta disso, mas QUE LIVRO HORRÍVEL. Louis é a personagem mais mimimi de todos os livros que já li até hoje. Bella mimimi? Nada. Ela é um amor de pessoa perto de Louis. Minha vontade é de bater na cara dele com uma machadinha até ele parar de mimimizar tudo. Lestat melhor personagem. ♥ Cláudia, um saco.  Louis, o pior de todos. 
3. Filme - Mad Max 
QUE FILME RUUUUUUUUUUUIM. Tirando os efeitos especiais e as maquiagens pesadíssimas, o que sobra? Basicamente nada. Eles tinham uma baita oportunidade de roteiro, de explorar um monte de coisas, mas fizeram apenas mais um filme que arrasa nos efeitos e que apenas delineia personagens realmente interessantes que poderiam fazer TÃO MAIS, mas que acabaram se perdendo na poeira - literalmente. 
4. Banda - ??????? 
Não ouço bandas ruins. Se ouço uma música e já não gosto, por que ouviria mais músicas ainda daquela banda? Não faz sentido. 
5. CD - ??????? 
Mesma coisa. 
6. Música - ???????? 
Qualquer uma que tenha ouvido por obrigação, tipo os funks dos vizinhos ("funk é bom e libertador, tu que tá bancando a elitista ao dizer que não gosta"; FUNK É UMA DROGA, MEU AMOR, não considero nem música, só me dá dor de cabeça - literalmente -, tô nem aí se tá na moda considerar isso bom, viste?) e essas cantoras estranhas que parecem que estão gritando durante um orgasmo ao invés de cantar. 
7. Blog - qualquer medium por aí 
Porque agora não basta ter blog, não. Pra ser levado a sério tem que fazer textão no medium. Que preguiça disso, hein. 
8. Texto em blog - HAHAHAHAHA 
2015 produziu MUITOS textos ruins, textos verdadeiramente dignos de um facepalm House style, tão ruins que me recuso a compartilhá-los por aqui. :) 
9. Vídeo - ?????????? 
Mesma coisa. 
10. Jogo - HAHAHAHAHAHA 
Poderia dizer que o pior dos jogos em 2015 foi o quanto as pessoas me enchem o saco com isso? Sim? Pois então. Eu mal tenho tempo pra comer e as pessoas enchendo o saco porque "o jogo tal é isso e aquilo, tu precisa jogar". MEU AMOR, dois cursos ao mesmo tempo + estágio + todo o meu lazer que está concentrado em livros e séries. OU SEJA: fail. 
11. Personagem menos gamante - Ashildr/Me 
COMO EU ODEIO A ARYA IMORTAL!!!!!!!!!!!!!!!! A pior coisa que fizeram em Doctor Who neste ano foi colocarem a Arya no elenco e torná-la imortal. Tudo pra que a impertinência dela resultasse na morte de uma das minhas personagens preferidas e, não contentes com isso, fizessem com que ela tivesse um plot quase twist no final e saísse a bailar pelo universo. FAIL, SO MUCH FAIL. 
~sim, tu és um floquinho de luz único no universo, porque ninguém mais esteve sozinha, nem mesmo o Doctor, claro, isso faz todo o sentido, que ser especial tu és, uhul~ 


E agora licença, que o namorado já vai chegar pra me levar pra casa dele onde farei o meu doce de Natal e falharei miseravelmente no processo de decoração. 

Feliz Natal! ;* 

Come to the Mimimi Side of the Force

We have cookies. 

Minhas amigas sempre me encheram o saco dizendo que lembram do Darth Vader ao conversar comigo. Eu sempre disse que elas estão loucas porque né, apenas não. 

Fui fazer teste de 10 perguntinhas pra ver quem eu seria em Star Wars, e... 


O pior é que não posso nem discordar da descrição. É isso aí mesmo, eu vou atrás do que quero e dane-se o resto. Mas ninguém precisava saber desse resultado, portanto fiquei quietinha, até que... entrei no Spotify. E lá eles estão "calculando" o que a pessoa mais ouve pra ver qual personagem ela é de acordo com o gosto musical. E... 


Portanto, instauro aqui o Mimimi Side of the Force: para aqueles que queriam ser do Light Side, mas acabaram descobrindo que são Dark do mais absoluto nada. 

Bom dia. 

Sete véus de equilíbrio

A pessoa consegue a proeza de cair durante o banho. Mamis, ao ver os roxos e gritinhos, pergunta: 

— O que foi? 
— Caí. 
— Como? 
— Caí. Escorreguei no banho. 
— Mas quem é que cai no banho? 
— Eu, ué. 
— O que tu tava fazendo? A dança do ventre? 

E depois me perguntam de onde eu tiro minhas respostas espirituosas pra tudo. Passe um dia na minha casa com meus pais e você entenderá. :) 

Coisas pra se fazer no calor

1. Morrer. 
2. Entrar em coma e só acordar no inverno - quando estiver abaixo de 10°C. 
3. Se revirar na cama porque simplesmente não há posição confortável pra dormir num maldito calor repleto de mosquitos e pessoas ~felizes~ fazendo baile funk na casa ao lado. 
4. Comer tudo quanto é fruta gelada. Abacaxi. Melancia. Maçã. Mais abacaxi. E ficar com a boca toda ferrada por conta da acidez em excesso, é claro. 
5. Demorar 1h pra fazer um trajeto de 30min porque se está entrando em lojas aleatórias só pra ficar um pouco no ar condicionado e depois retornar às atividades normais de bater perna na rua pra ir de um ponto a outro de ônibus com o suor escorrendo e a maquiagem manchada. 


Acho que dizer que odeio o calor é desnecessário a essa altura do campeonato, não é mesmo? 

É. :) 

Nós observamos. E estamos sempre presentes.

A hora das bruxas - vol. 1 e 2
Anne Rice
Editora Rocco
488 páginas (vol. 1) | 485 páginas (vol. 2)
Ano de publicação: 1994 

Sobre o que é: um cara chamado Michael Curry sofre um afogamento do mais absoluto nada enquanto estava apenas caminhando tranquilamente. Ele morre, mas é socorrido por uma moça que estava num barco, sozinha, no meio da noite, a navegar pelas águas geladas da Califórnia, chamada Rowan Mayfair. Michael, após o afogamento, adquire poderes e agora, além de saber o que as pessoas pensam, também tem de usar luvas de couro o tempo inteiro, caso contrário "lerá" os objetos e pessoas que tocar, porque suas mãos lhe dão visões do passado agora. Michael tá bem perdido na vida, até que consegue o contato da mulher que o salvou, Rowan, que vem a ser uma médica neurocientista. Os dois se apaixonam e se pegam loucamente. Mas o que Michael não sabia é que ele não é o único ali a ter poderes. Rowan vem de uma linhagem de bruxas - as bruxas Mayfair -, apesar de ainda não ter consciência disso, e tem uns poderes sinistros e tenebrosos. Ela não sabe de toda sua história, pois foi adotada ainda bebê, mas Aaron sabe, um senhorzinho britânico que é parte de uma ordem de historiadores do sobrenatural chamada Talamasca - nós observamos e estamos sempre presentes. Quando Aaron consegue falar com Michael, a coisa complica e só vai de mal a pior. Resumindo: é a história de como uma mulher moderna e bem resolvida se deixa seduzir por um demônio antiquíssimo chamado Lasher e destrói não apenas a sua vida, mas a de todos ao seu redor. 

Por que ele é bom? Em duas palavras: Michael Curry. ♥ Mas também porque ele te prende. É o tipo de livro que vai te fazer virar a noite lendo. Sabe aquela história de só mais um capítulo? ENTÃO. O único porém do só mais um capítulo é que há capítulos com 90 páginas. Claro que eu não sabia disso. Mas se um livro consegue fazer com que eu vire a noite lendo-o, de ruim não pode ser chamado. 

Fora que a dona Anne Rice fez algo de que muito gostei: misturou ficção com realidade. ♥ Há muitos personagens do livro que realmente existiram, como o pintor holandês Rembrandt - cujos quadros foram usados nas capas dos livros. 

Também é legal como metade dos livros são o chamado Arquivo das Bruxas Mayfair, ou seja: a história das 13 gerações de bruxas, até chegar a Rowan. E é uma história bem sinistra, repleta de incestos, necrofilia, magia negra e Lasher, o demônio de estimação dessas bruxas, que passa de mãe pra filha, de geração a geração, e que é o causador não apenas dos destinos trágicos dessas mulheres, mas também de suas imensas fortunas, o "Legado Mayfair". 

Por que ele é ruim? Além de haver partes extremamente cansativas com descrições minuciosas da vegetação e da arquitetura local? Por conta do final. 

A pessoa lê dois livros que, juntos, formam quase 1000 páginas, apenas para descobrir que, no final, tudo se resume a: incestos múltiplos durante séculos pra gerar a mulher perfeita de acordo com a genética da família, a bruxa mais poderosa, que é uma espécie de ninfomaníaca ensandecida e com complexo de Dr. Frankenstein que engravida do marido, mas pega loucamente o demônio de estimação da família, e tudo isso para, OPA, que o demônio encarne no filho que ela está gerando, nasça, cresça em cerca de minutos, se torne um homem do mais absoluto nada e seu amante imortal. Aí ela se manda pra Suíça e deixa o marido, semi-inconsciente, na velha casa da família dela, a esperar por ela, enquanto tá pegando o filho deles que possui alma do demônio. 

Ó que coisa mais linda isso, gente. 

E ainda tem mais dois livros na série! Que, obviamente, não serão lidos. 

Isso pra não falar que: dona Anne Rice tem algum problema com pau. Só isso explica. A cada vinte páginas tem uma descrição de sexo com o demônio - ou com qualquer cara aleatório - que sempre envolve a palavra pau e a mulher pedindo por estupro, pedindo pra ser rasgada, pedindo pra que o cara seja cruel com ela. FETICHE BIZARRO, QUEM CURTE. Nunca conheci uma mulher que realmente goste disso. Aliás, gostar de estupro? Fala sério. 

E é por isso que eu não lerei os últimos dois livros. Não dá. Há limites. 

~Lestat está claramente revoltado com sua criadora~

P.S.: Rowan Mayfair se tornou a personagem que mais detesto de todos os livros que já li até hoje. Acho que isso diz tudo. 

Se eu recomendo a leitura? Sim, mas não. Os livros são realmente bons, porém frustrantes. Na metade do segundo eu já havia adivinhado o desfecho final e tava torcendo pra que não fosse aquele, mas foi o pior possível. A sensação foi de tempo perdido pra chegar até um final tosco. Mas há quem goste, ou seja. 

Em um quote:
Eu sou paciente. Vejo muito longe. Estarei bebendo o vinho, comendo a carne e conhecendo o calor da mulher quando de você não restarem nem os ossos. 

Dezembro chegou e, com ele...

A deprê. 
O calor infernal. 
A alergia ao calor infernal. 
As ruas lotadas de gente adorando o calor infernal. 

A retrospectiva. 
As decorações de Natal. 
A época de procurar receitas natalinas. 
Os panettones cheios de frutas cristalizadas. 

As provas finais. 
Os pesadelos com o final de semestre. 
A completa inabilidade de dormir sendo picada por mosquitos. 
Os aniversários do bando de sagitarianos que aturo durante o ano. 

John Lennon cantando nos meus ouvidos:  
"And so it's Christmas, and what have you done? 
Another year over and a new one just begun." ♪ 

Ao que só posso responder que: 
2015 ainda não terminou! ME DEIXA APROVEITAR 2015! Não pude aproveitar 2015 porque estava ocupada demais estudando e tendo conflitos com meus 26 eus, mas agora entrarei de férias e quero aproveitar! ~lagriminhas~ 


Reflito, portanto. :)